domingo, 24 de janeiro de 2016



Foi sempre um bom aluno, um bom ouvinte e um bom amigo. Sempre brincalhão, sorridente e sempre com ótimas histórias... 
Difícil aceitar que sua missão aqui acabou.😢
Agora nos resta a saudade. 😢
Que Deus abençoe e conforte sua família. 
Descanse em paz Rafael Cazassa nos braços do pai.

Palavras da Professora Lidiane Oliveira


Que Deus conforte toda família.

Parece mentira, mas Sobrália perdeu dois jovens em acidente.








ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA ONDINA PINTO DE ALMEIDA”
Avenida Santa Bárbara, 345 Centro Cidade: Engenheiro Caldas / MG
MÓDULO II           29 /06 /2013            08:00 às 17:00


Momento de Oficina
Grupo 12: "Ide a todo mundo e pregai o Evangelho a todo criatura" (Mc 16,15)

Ø  Diferencie atividade de Ensino e atividade de Avaliação
A atividade de ensino é o pontapé inicial para se chegar a atividade de avaliação. Uma depende da outra, isto é, 
precisam andar de mãos dadas.

Ø  Respondendo de forma poética:

Atividade de Ensino x Atividade de Avaliação

Atividade de Ensino
Atividade de Avaliação
Tem alguma diferença
Ou isso é inclusão

O que foi aprendido pelos alunos
Tem que ser compreendido e transformado
No processo Ensino Aprendizagem
Nada deveria ser limitado

Verificando o conhecimento do mundo
Já estou avaliando
Tenho que ser ponte
Viver ligado no educando

Identificar, localizar, inferir, distinguir
Estabelecer relação entre um fato e opinião
Trabalhar a variação linguística
Entendo o sentido da palavra ou expressão

Coerência e coesão
Descritores e habilidades
Devem estar nas atividades de ensino
E também na avaliação

Tudo adequado
A uma situação
Com uma visão proficiente
Haverá ou não progressão

Atividade de Ensino
Atividade de Avaliação

Para ser mais democrática
As duas vivem em união
Caminhando lado a lado
Contribuindo para formação
                                                                                                    Maria das Dôres M. D. de Sousa ( Português)


                                   80 anos de Getro Vieira de Sousa

Getro Vieira de Sousa nasceu em 19 de agosto de 1932 na Fazenda de seus pais, Sr. Antônio Vieira de Sousa e Maria Teodora de Sousa.
Getro veio para contrariar o ditado popular: “Quem nasce em agosto, só dá desgosto.” Pelo contrário, era um filho dedicado, esforçado, obediente. Aprendeu desde cedo a lição do amor, o respeito, a perseverança. Sempre foi praticante da sua fé.
Cresceu jovem, bonito, robusto. Deixou crescer seu bigode que o tornou ainda mais charmoso.
Homem de porte, sempre cavalgando em grandes cavalos pelas bandas da região.
Foram muitas as suas pretendentes. Até primas bem próximas quiseram namorá-lo. Entretanto, ao conhecer uma jovem charmosa, bonita, com longas tranças nos cabelos, apaixonou-se. Casou-se com 23 anos com Etelvina Lousada Sousa. Jovem formosa com apenas 19 anos de idade. A festa da celebração do matrimônio, foi na Fazenda de seus pais: Sr. Antônio Rodrigues Pacheco e Senhora Izabel Louzada de Aguiar. Muitos doces, muita festança. Família reunida e muita alegria.
Getro iniciou sua vida como lavrador.  Depois passou a ser agricultor. Com o passar do tempo, passaram a chamá-lo de fazendeiro. Homem comunicativo, corajoso, incansável. Nos seus negócios, foi companheiro do Sr. Deocleciano e Sr. Ivo. Eram companheiros inseparáveis. Bons tempos viveram juntos. Dirigiam seus GIPES levantando o poeirão por todo lado. Andavam com sacolas de patacas, moeda  da época. Davam carona pra todos que andavam por estas estradas.
Getro e Etelvina tiveram o5 filhos:
·        Antônio Eliseu de Sousa
·        Oswaldo Sinval de Sousa
·        Teodora Izabel Aguiar de Sousa
·        Ana Maria Aguiar de Sousa
·        Getro Wagner Vieira de Sousa.
Hoje tem 12 netos e 05 bisnetos . Alguns são americanos, canadense  e outros, brasileiros.
É sempre um pai presente. Esposo dedicado. Responsável, amigo dos filhos e  da família. Não importa o que aconteça. Ele está ao lado deles sempre. Seus netos têm por ele uma grande admiração e respeito.
Com muito orgulho, acompanhou a Etelvina para receber seu diploma de Magistério. Tornou-se professora após ter todos os filhos. Dedicada, trabalhava fora. Costureira de mão cheia. Mulher cheia de qualidades e de talentos. E isto encanta ainda mais o seu Getro, até nos dias de hoje.
Ele, já com 80 anos de idade, dá show em muitos jovens por ai.  Não sai pela manhã sem fazer o culto doméstico com sua companheira. Ora por todos e intercedem pelos filhos, netos e bisnetos. Depois, ainda  cedo, vai cuidar de seus afazeres em suas terras.
Gosta de andar bem arrumado, sentir-se jovem e passa isso para os seus netos. Está a todo instante junto de sua esposa. Já fez bodas de ouro e pretende chegar às bodas de diamantes. E se Deus quiser, reinarão por muito tempo no seio desta família.
Somos gratos pelo legado que o Senhor está deixando para todos nós que participamos de sua história.
Somos gratos por deixar para nós exemplo de paternidade e responsabilidade para com a família. Somos gratos porque nos ensinou que o melhor lugar para  estar, é na casa de Deus, é junto de Deus. E que a salvação, é a medalha de ouro que devemos alcançar.
Hoje, Deus está recomeçando uma nova história em sua vida.

E deixo aqui um conselho de sobrinha:  cara feia não produz amigos. Mas uma coisa que ela produz: rugas. Por isso, mesmo aos 80, ande sempre com este sorriso amigo que o senhor tem  nos lábios. Com certeza o homem sábio é aquele que não se entristece com as coisas que não tem, mas se alegra com as que têm.

Parabéns! Feliz aniversário.                     
                                                                Maria das Dores
        


                                                   


Prova de fogo

Ele chegou muito assustado
Pedindo pra mamãe
Escrever a palavra
Zangado

Não ficando satisfeito
Pediu para escrever
Também a palavra mão
Queria ver, queria saber

Um pouco confuso
Falou-me de sua primeira avaliação
No “primeiro aninho”, já se sente apertado
Com medo da reprovação

Como mãe dedicada
Tentei lhe explicar
Que isso não era nada
E que na Matemática, iria abafar

Quando veio a noite
Ouvi um choro bem triste
Era meu filho intrigado
Com medo de ser reprovado

Novamente conversamos
Mas ele com pânico ficou
__Amanha não vou a escola!
Minha conversa não funcionou

Muito preocupada
Procurei a Supervisora
Queria entender o acontecido
Dizer que eu era mãe amadora

Não consegui ver meu filho chorar
E não me preocupar
Ele é ainda tão pequenino
E pra escola não quer voltar

Falou que a professora
Ditou “mão, zangado”
E ele não soube escrever
Está muito abalado


Não foi bem assim
Ele esta muito atordoado
Ditei “mão e raiva”
E ele assimilou o significado

Não foi somente ele que se assustou
Vamos dar uma pausa
Outras mães também me procuraram
E  pela mesma causa

Voltei pra casa
Pensando como com ele falar
Ele precisa da escola
Tem que por ela se apaixonar

Com muito jeitinho
Falei de sua sabedoria
O quanto era bom em Matemática
E que venceria

Você é muito bom com probleminhas
Vai fazer bem esta provinha
Ficará muito feliz
Tem toda certeza minha.

Agora ele esta  lá, estudando
E eu estou aqui, trabalhando
Preso ao meu coração
Está o seu choro da noite passada
Mas creio  que tudo  vai dar certo
Que juntos vamos conseguir
Sou professora,  educadora
E minha meta , é nunca desistir

A escola pode não parecer um jardim
E ele pode não ser nenhum jasmim
Mas é meu filho!
É tudo para mim!
Ele é a  flor que brotou de mim.




Maria das Dôres





Tia Ritinha completa hoje, 24 de janeiro , 95 anos de idade.
Mulher guerreira, divertida, alegre.
Mulher de fé!

terça-feira, 19 de janeiro de 2016



O ancião merece respeito não pelos cabelos brancos ou pela idade,
 mas pelas tarefas e empenhos, trabalhos e suores do caminho já percorrido na vida.



Rabi Yaacov ben Shimon

Chegar à terceira idade graciosamente não é para qualquer um,
 mas existem alguns sortudos que parecem mesmo um vinho: quanto mais os anos passam, melhores ficam.


GUARDE-ME EM SEU CORAÇÃO POR UM TEMPO... 
LÁ NÃO VOU ENVELHECER NEM SER ESQUECIDO!!!

di matioli



Olhos que brilham são portais de esperança. Olhos que brilham jamais envelhecem, porque são olhos curiosos, que enxergam mais longe e apontam para novos saberes e sabores do viver bem em qualquer idade.​
Ana Fraiman


CASADINHOS
A mulher chega cansada do trabalho
E ele também
Conversam sobre como foi o dia
As pelejas do trabalho
O sucesso de algum momento
Banho, colocar pijama
Ver TV... relaxar
Ela vai até a cozinha, prepara algo rápido
Para a última refeição do dia
Ele termina de comer
Conversa um pouco com os filhos
Enquanto ela organiza a cozinha
Termina tudo, deita-se no sofá
Cochila um pouco para mandar embora o stress
Acorda rápido e pergunta ao filho
Pelo dever da escola, as provas
Se tem uniforme limpo para o outro dia
Pensa no que fazer para o almoço de amanhã
Escreve um bilhete para a cozinheira
Delega algumas funções para o filho
Dai a pouco o marido chama pra dormir
No silêncio da noite
A mulher se desembrulha
Não precisa mais dar ordens ou recebe-las
Comportar assim ou não
Sente-se maravilhosa, perfeita
Já não existem mais fantasias
Tudo é realidade
A sexualidade feminina transforma tudo
Com calor, suor, toque, amor
O homem, sufocado, amado
Deixa nascer a poesia
A emoção, a paixão
Sem nenhuma intenção de reprodução
Tudo passou
É hora de dormir
Casadinhos, aquecidos pelo calor do outro
Se espalham no colchão
Amanhã será um novo dia...

Maria das Dôres





Memorial Leleu 80

1)      TERRA – Nasceu naquela terra onde a lua faz clarão, onde canta o galo cedo cada dia uma canção. E o boi berrando vem  dizendo que a madrugada chegou e a labuta vai começar. Natural de São Sebastião do Grota, terra do jubileu. Não ficou só por ai. Andava por outras bandas: Jequiri, Santo Antõnio do Grama, Abre Campo. Grande lavrador. Seu arado, sua foice, seu machado. Plantava roça, lavrava a lavoura, fartava a tulha de milho. Vieste pela mão do criador. Deste muito fruto, uma família formou.
2-RAPADURA - Rapadura é um doce de origem açoriana ou canária em forma de pequenos tijolos, com sabor e composição semelhantes ao açúcar mascavo. Moagem, fervura do caldo, moldagem e secagem. Lembra que sua vida foi doce, mas muito dura!
3) Leite/Queijo – Nascido entre a poesia e o arado, meu pai cuidava do gado e da plantação. Cuidava da família. Não deixava faltar leite, nem alimentação. Queijo sempre fresco na mesa, manteiga batida na garrafa, e lá vai o gado, imponente, certo de que morava em seu coração.
4) GUIADA – Marcante, Canário, Bugarinho e Sete Ouro - Zagalo - Entre tocar o gado e ser parte da história, nessa altura da sua vida, bem ou mal vivida, posso dizer que a guiada, guiava o boi ofegante que levava uma vida estressante, de puxar o carro cantante na curvatura da estrada sem fim, mas certo de que um sempre estaria ao lado do outro.
5) Bule/Chaleira/ Moinho de café - A água quente na panela de ferro, o coador de pano, o pó, a rapadura, o ritual de ficar ao redor do fogão a lenha esfregando as mãos para esquentarem, o moinho de moer os grãos bem torrados na torradeira,  a caneca esmaltada, o café saindo aquela fumacinha, aquele cheiro que se espalha anunciando que  já tá na hora de comer broa, biscoito de polvilho, angú doce, inhame cozido, bolo de arroz.
6) Charrete/Cavalo/ Carroça – Balão, Baiano, Passo Preto, Sorriso – A charrete vermelha, a carroça - Carregava gente, capim, cana de açúcar, porco. Na carroça do meu pai, segue solta a poesia. E mesmo em tempo de vanguarda, da música popular, a charrete, a carroça, nunca foi abandonada, nunca deixou de tocar a sua toada. Todavia a  família não parava de crescer. Papai teve que comprar um Jeep.
7) JEEP –Jeep na estrada rumo ao Jubileu do Grota. Jeep na estrada rumo a Abre Campo.  De um lado, só cerca farpada. Do outro, canavial, pastagens, muita plantação de café. Corria com seu Jeep na estrada poeirenta. Acelerava pra esquentar o motor possante. E, ao chegar em Abre Campo, não carecia mais da luz. Desligava o farol. O sorriso da filharada era prosa em forma de versos refletindo a clara luz!.
8) BARALHO/Cartas – Sábado à noite, á luz de lamparina, jogava cartas. Truque! Valeseis! Vale Nove! Atira no meu coringa, disgraçado!. Dia de domingo, depois de ir a missa, de cumprir com a obrigação, lá estava ele, jogando seu truquinho.. Na sala da fazenda ou no  combinho do Vovô Pedro Satil.  A rodada não era alta. Não jogava de aposta. Aprendieu desde cedo, que jogar poderia  ir além e deixa-lo na poeira. Sempre foi o ÁS da sabedoria. Jogava só prá sentir-se bem, só pra lazer, pra exercitar a  memória.
     9) PINGA – Papai diz que um pouquinho de cana, a muita gente conforta, esquenta, faz esquecer a tristeza, revive a esperança morta. Produziu muita cachaça. Não dá pra esquecer a garapa fermentando, a PIPA se fartando. Tornou-se hábito, todos os dias, uma pinguinha na hora do almoço. E pra dizer que é pra remédio, bebe pinga com raiz. Concordando com Carlos Drummond  de Andrade “, diz: “ A cachaça é uma utilidade pública brasileira, dado histórico nacional, Remédio que não se compra nas farmácias e costuma  produzir muito mais efeito que as drogas sofisticadas.”  Costuma anestesiar o sujeito de tal maneira, que só acorda no outro dia.
 10) VIOLÃO – De todos os amigos que tem, este é o mais especial. Abre seu sorriso,   espanta sua dor. Talvez seja até cura, pra muito sofrimento. Seu instrumento, seja cavaquinho, teclado, pandeiro ou violão, para ele, é muito mais que um instrumento. Viola seus pensamentos, dedilha sua vida descobrindo para nós as cifras que já viveu. Sua plateia hoje é mais que um colibri. Já gravou até um CD com sua irmã Conceição. E a música é  herança deixada em seus netos.
11- Computador – Estudou até a 4ª série, mas sempre foi esforçado. Procura manter-se atualizado. Está ligado nas redes sociais. SKIPE e MSN. Ouve suas músicas preferidas e passa horas jogando paciência.
12-DIPLOMA: Com o perfil de quem se preocupa com a vida escolar do filho, sentia-se orgulhoso quando qualquer um de nós recebia o diploma. Sempre sonhou com a universidade para nossas vidas, todavia , tem os seus sonhos mais realizados ainda em seus netos. Sempre dizia que não queria a vida difícil do campo para nenhum de nós. “Que quanto maior a nossa educação, maior seria o retorno.”
13 -BÍBLIA -  Um dos grandes desafios dos pais é criar os filhos na fé, praticantes  e seguidores de um caminho religioso. Olhando a sagrada família, Jesus, Maria e José, soube fazer partilha do gesto de amor. Nos ensinou amar a Deus e viver em comunhão com os outros.
Pai zeloso, voltado ao seu lar, parecia vigiar a alma da família em todas as suas dimensões ensinando-nos que só é possível ser felizes se houver entrega sincera de si mesmo aos outros e nunca deixar de crer no amor que tudo pode mudar.
























Aos que possuem o privilégio de envelhecer, cabe a alegria de ter vivido o bastante para aprender as preciosas lições da vida. Aos que souberam envelhecer com qualidade de vida, cabe a tarefa de ensinar aos demais, não somente o que aprendeu, mas o que vivenciou com sabedoria. Aos enfermeiros que cuidam de idosos, vale a recomendação de que tão nobre tarefa inclui a assistência a quem venceu o maior de todos os obstáculos – o tempo.
Marislei Brasileiro

Reviver
Não há tempo para envelhecer. 
Não há tempo para amargar o que deixamos de conquistar ou o que pensamos não mais poder usufruir
É tempo de se levantar e amar a sí!
De viver intensamente o que a vida nos proporciona de bom e agradável
Hoje é tempo de viver o hoje e planejarmos a felicidade do amanhã.
Há muito tempo para ser feliz.
Há tempo para amar, para crescer.
Há tempo para renascer
Há tempo para viver hoje o que no ontem não vivemos porque pensamos que nunca teria valor.
Na verdade, enquanto existem muitos anciãos amargos e cansados abaixo dos 20 anos
Também existem muitos adolescentes alegres e felizes acima DOS 60.
Ricardo Ferreira

"Nascer é uma possibilidadeViver é um riscoEnvelhecer é um privilégio"


ENVELHECER poema de mário quintana

Antes, todos os caminhos iam.
Agora todos os caminhos vêm.
A casa é acolhedora, os livros poucos.
E eu mesmo preparo o chá para os fantasmas.

Envelhecer


Compositor: Arnaldo Antunes; Ortinho; Marcelo Jeneci

a coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer
a barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer
os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer
os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer

não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer
eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que vai acontecer

eu quero que o tapete voe
no meio da sala de estar
eu quero que a panela de pressão pressione
e que a pia comece a pingar

eu quero que a sirene soe
e me faça levantar do sofá
eu quero por Rita Pavone
no ringtone do meu celular

eu quero estar no meio do ciclone
pra poder aproveitar
e quando eu esquecer meu próprio nome
que me chamem de velho gagá

pois ser eternamente adolescente nada é mais demodé
com os ralos fios de cabelo sobre a testa que não pára de crescer
não sei porque essa gente vira a cara pro presente e esquece de aprender
que felizmente ou infelizmente sempre o tempo vai correr

não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer
eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que vai acontecer

eu quero que o tapete voe